A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão preventiva de Leonardo Rodrigues de Jesus, conhecido como Léo Índio, réu pelos atos de vandalismo de 8 de janeiro. O pedido se baseia no descumprimento de medidas cautelares por parte de Léo Índio, que deixou o Brasil e se encontra na Argentina.
Segundo a PGR, a fuga para o país vizinho demonstra “descaso com a aplicação da lei penal e o desrespeito às decisões emanadas pelo STF”. Em um vídeo exibido em um programa de rádio, Léo Índio afirmou estar na Argentina há mais de 20 dias e expressou temor de ser preso.
“Ao se evadir para a Argentina, Leonardo Rodrigues de Jesus deliberadamente descumpriu medida cautelar alternativa à prisão, a evidenciar sua insuficiência, o descaso com a aplicação da lei penal e o desrespeito às decisões emanadas pelo STF”, argumenta a PGR em documento enviado ao STF.
Entre as medidas cautelares impostas pelo STF em janeiro de 2023, estavam o cancelamento de passaportes e a proibição de emissão de novos documentos de viagem.
Na última quinta-feira (27), a Primeira Turma do STF rejeitou o recurso de Léo Índio e o confirmou como réu pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
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